domingo, 30 de junho de 2024

20º DIA 30 JUN –2º dia Aix-en-Provence

 

Hoje, nosso segundo dia em Aix, fomos novamente ao centro histórico terminar nosso tour. Todo esse tour poderia ser feito em um só dia, mas seria um pouco mais corrido, então preferimos fazer assim, mais calmamente, curtindo o momento, caminhando lentamente pelas ruas, tirando fotos, entrando em cada igreja, observando os detalhes da arquitetura etc.

 

Paramos o carro em um estacionamento mais próximo ao nosso objetivo (por sorte a cidade tem vários estacionamentos) e já saímos na Praça des Cardeurs, uma praça bem comprida repleta de restaurantes e com uma fonte central, a Fonte Amado.






Em vários pontos da cidade encontramos nichos nas esquinas com imagens da Virgem Maria, algumas dessas colocadas ali em agradecimento a alguma graça recebida na cidade.







De lá seguimos para a Praça do Hotel de Ville onde se encontra o enorme prédio da Prefeitura, a fonte, e a torre do relógio, com um relógio astronômico cujas figuras em madeira representam as estações do ano.











Do outro lado da praça há um grande prédio que foi um depósito de grãos – Halle aux grains, com uma bela arquitetura com uma alegoria na fachada.



Seguindo adiante passamos pelo Museé de Vieil Aix e chegamos à Praça da Resistência com a Fonte dos Mártires da Resistência.


No fundo da praça há o Museu de Tapeçaria, que se localiza no antigo palácio do arcebispado.








Próxima parada, a Catedral de Saint-Sauveur, em estilo gótico, bem sóbria, com belos vitrais.








Voltamos à Praça Verdun na esperança de ver a Igreja de La Madeleine, que continuava fechada e fomos informados que ela nunca abre. Hoje a praça estava livre, apenas uma feirinha de flores.



Seguimos então até a Place Richelme onde ocorre diariamente uma feira de produtos provençais – uma festa para os olhos e para o paladar – barracas de frutas e legumes frescos que saltavam aos olhos, queijos, frios, pães e geleias que nos faziam salivar, tudo muito bonito e organizado.










Continuamos até a Igreja do Santo Espírito, encravada numa ruazinha que nem dava destaque. A igreja pertence à ordem dos dominicanos, cujo convento está do outro lado da rua, e é a Paróquia dos Estudantes. Tem um aspecto simples, precisando uma restauração. Lá dentro é bastante escuro, dificultando até a apreciação dos quadros. Mas abriga belíssimas obras de arte, provavelmente de artistas desconhecidos. Me chamou atenção, particularmente, uma pintura do Cristo crucificado com os braços elevados ao céu – nunca havia visto o Cristo nessa perspectiva.











Passamos novamente pela Place Augustin, com uma fonte encimada por uma estrela, que foi a antiga porta de entrada da cidade.



A seguir voltamos até a Cours Mirabeau para vê-la sem a feira que tinha ontem – pudemos então admirar melhor os edifícios que a circundam.






De lá fomos caminhando até o Pavillon Vendome – um belo jardim junto a uma mansão do sec XVII transformada em museu no sec. XIX. Ficamos por lá um pouco apreciando a natureza e descansando e então seguimos para o almoço.







Retornamos à Praça des Cardeurs e escolhemos o restaurante Prima Pasta para almoçar. Foi uma boa escolha. Pedi um risoto de aspargos e a louça do prato era decorada com aspargos!!! Comemos bem e voltamos para o hotel.






Amanhã, nosso último dia, vamos conhecer Cassis e suas calanques.