O dia de turismo hoje começou meio prejudicado. Depois de mais de uma semana de lindos dias de sol e calor, amanheceu chovendo!!!
E logo hoje que tínhamos na agenda visitar dias cidades classificadas entre as mais bonitas da França, segundo alguns critérios estipulados como número de habitantes, estado de preservação etc.
Mas “turista raiz” não se abala e la fomos nós cumprir nossa programação, apesar de não garantirmos boas fotos com esse tempo.
Começamos visitando a Abadia de Notre-Dame de Senanque, um monastério cisterciano do sec. XII de monges beneditinos.
O local é lindo, de extrema paz, e ainda hoje abriga os monges em sua rotina de trabalho e orações.
A visita é feita em algumas salas com ajuda de um histopad (tablet) que escaneia um código em cada sala e não só dá explicações como também apresenta simulações de como era no passado.
Assim visitamos a Capela, o antigo dormitório, o claustro, o conciliatório e a sala da lareira.
Em seguida fomos para a cidade de Gordes, uma vila medieval com ruelas estreitas e charmosas, com suas casas de pedras claras, passagens em arco, fontes, um castelo e vistas incríveis.
No entanto foi difícil visitar a cidade uma vez que chovia copiosamente e ficamos encharcados!!!
Conseguimos ver o castelo, a igreja de S. Firmino, a praça com um monumento e um belvedere com uma linda vista do vale.
Mas, devido à chuva, resolvemos ir direto almoçar. Fomos para o Bastide de S. Pierre onde comemos comida italiana.
Por sorte a chuva parou e prosseguimos para a próxima cidade. Na saída de Gordes conseguimos uma bela foto da cidade a partir da estrada.
Continuamos então para Roussillon, um outro vilarejo medieval no alto de uma colina. Uma cidade pequena, com aprox. 1300 habitantes, cuja característica é a cor ocre de suas paredes, e que pode ser visitada com calma em algumas horas.
Agora a chuva deu lugar a um sol tímido, e pelo menos conseguimos ter fotos melhores.
De longe a gente já pode observar as cores típicas da cidade, decorrentes de minas de ocre da região.
Estacionamos o carro e subimos para o centro histórico, repleto de lojas de cerâmica típicas da região.
Também observamos vários ateliês de arte, com aquarelas e esculturas.
Na entrada da cidade passamos por um Moulin à huille, um pequeno museu sobre os produtos regionais da provença. Há um mostruário de peças usadas nos moinhos e um audiovisual explicando a extração de óleo de oliva, conservas e frutas etc, tudo bem interessante, ilustrativo e de graça.
Caminhamos pela cidade e visitamos a igreja de St. Michel, a Beffroi, uma enorme torre com um sino e relógio com uma porta romana, a praça Mairie com o prédio da prefeitura, a praça Abbe Avon.
Realmente a cidade é encantadora com suas ruas sinuosas, paredes em tons de ocre e suas características janelas da provença em tons azuis ou verdes claros, muito frequentemente com flores.
Há um passeio na cidade que é o Sentier des Ocres, um itinerário que atravessa o antigo local de extração do pigmento ocre. O trajeto passa pelo Chaussée des Géants, o passeio dos gigantes, e pelas falésias avermelhadas que lembram os cânions americanos. No entanto, optamos por não fazer essa caminhada e apenas batemos fotos de longe.
Assim, terminamos nosso passeio nesta região. Amanhã seguiremos pelo vale do Luberon para Moustier Saint Marie, já na região dos Alpes da Alta Provença, próximo ao Parc Naturel Régional du Verdon.
































































Nenhum comentário:
Postar um comentário