quarta-feira, 19 de junho de 2024

9º DIA 19 JUN – Conhecendo Fontaine de Vaucluse e Isle sur Le Sorgue.

 


Hoje acrescentamos duas cidades na nossa lista de descobertas.

 

Primeiro seguimos para Fontaine de Vaucluse, uma vila charmosa encaixada no fundo de um vale. Ali, dentro de uma falésia, nasce o rio Sorgue, que cruza pela cidade e segue adiante.





Na entrada da cidade passamos por um aqueduto construído no sec. XIX para abastecimento de água da cidade, a partir do rio Durance.



Seguindo as orientações e o mapa que no deram no Office de Turisme, caminhamos pela cidade até a Igreja Saint-Véran, do sec. X, mas que estava fechada. A igreja é em estilo romanesco-provençal, construída em pedra.





Bem no centro está a praça de la Colonne de Petrarque, com o Hotel de Ville logo adiante.











A seguir passamos pelo Museu e Biblioteca François Petrarque e um túnel  que leva a um jardim dedicado ao poeta.








Continuamos para o Le Gouffre, ou seja para a fonte de origem do rio Sorgue, a Fontaine de Vaucluse. Uma bela caminhada de cerca de 1 km em meio a natureza exuberante, flores e canto dos pássaros, sempre acompanhando o rio de um verde esmeralda lindo.












Terminada essa linda vila, seguimos para Isle sur le Sorgue e ai as coisas começaram a dar errado. Hoje a Tocha Olímpica está circulando na área e a cidade (particularmente a área histórica) estava fechada ao público, com previsão de reabrir apenas as 14hs. E tudo que a gente queria, inclusive estacionamento e restaurantes, estavam nesta área.

 

Quando já estávamos seguindo para um plano B, as vias de acesso abriram mais cedo e pudemos ir até o centro. Na verdade, todo o centro histórico é realmente uma ilha no rio Sorgue,  e ao longo desses braços de rio é possível ver vários moinhos d’água.

 

Tentamos um estacionamento dentro da área histórica, mas foi uma lenha trafegar por entre ruas tão estreitas – não recomendamos. Então conseguimos achar um estacionamento gratuito logo ao lado da entrada onde paramos e seguimos a pé.

 

A cidade é bem antiga, ruas apertadas, não tão bem conservada. Ficamos um pouco desapontados, pensávamos que seria uma área menor, mais charmosa.








Enfim, achamos um restaurante – “Chez Ju” onde almoçamos bem, uma deliciosa truta do rio.







Caminhamos um pouco pelas vielas, tirando algumas fotos, e decidimos partir.

 

Na estrada de volta encontramos um espetáculo belíssimo – de ambos os lados da estrada havia campos de lavanda completamente florados, tudo colorido de roxo. Descemos do carro (assim como outras pessoas que passavam) e fomos tirar muitas fotos para registrar aquele momento ímpar. Um deleite para os olhos. Nem dava vontade ir embora, apenas ficar lá apreciando aquela beleza.

 





A seguir, parada técnica para lavagem de roupa. A lavanderia mais perto que nos indicaram estava em manutenção, conseguimos então achar outra que não era tão moderna – tinha que comprar sabão separado, não havia instruções claras e, se não fosse um outro usuário solícito eu nos ajudou, não teríamos conseguido. Mas acabamos lavando nossa roupa e seguimos para casa para mais uma sessão de queijos e vinhos e um baralhinho que ninguém é de ferro!!!



Amanhã visitaremos Roussillon e Gordes para finalizar essa região.


3 comentários:

  1. Que lindo ver os campos de lavanda!! Quando eu viajo, gosto muito de ver aquedutos e bibliotecas.

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  2. Fantástica viagem. Aqui só acompanhando.

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  3. Gostei muito desse dia apesar da passagem da tocha olímpica que nos atrasou um pouco. A beleza do rio, dos seus moinhos e, ainda, os campos de lavanda, tornou tudo fantástico.

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