Hoje foi o dia de conhecer essa pequena cidade de 2000 habitantes ao norte de Avignon e muito famosa por seus vinhos do mesmo nome.
Essa cidade já existia e já produzia vinhos mesmo antes dos Papas se estabelecerem na região. No sec. XIV, o Papa João XXII mandou construir um castelo para residência de lazer dos papas e aprimorou as técnicas de produção de vinhos, que passaram a ser chamados de “vinho do Papa”.
Nos séculos subsequentes os vinhos ganharam fama e, no início do sec. XX, os produtores estabeleceram a A.O.C. (Apelação de origem controlada) determinando os critérios para os vinhos Châteauneuf-du-Pape.
Na pequena cidade visitamos as ruínas do castelo do sec. XIV que ficam sobre uma colina acima da cidade. O castelo foi destruído pelos alemães no final da IIº Guerra.
Fomos até a Eglise de Notre Dame de L’Assomption, mas infelizmente estava fechada.
Então seguimos para a visita que havíamos agendado na Maison Ogier que fica logo no centro da cidade. Uma vinícola grande, tradicional, que produz vinhos Châteauneuf-du-Pape e Cote du Rhone.
Fomos bem recebidos por um funcionário que nos mostrou toda a vinícola, falou sobre a produção, contou várias histórias sobre a cidade e a região e nos levou para a degustação.
Degustamos 2 vinhos brancos – um Lirac e um Châteauneuf-du-Pape, e 2 tintos – um Cote du Rhone e um Châteauneuf-du-Pape, sendo que esses ele nos deu um mais jovem (2022 e um mais velho (2020 e 2015, respectivamente) para sentirmos a diferença com o tempo.
Os vinhos eram muito bons. O custo da visita foi de 20 euros e ganhamos nossa taça de brinde. Depois da degustação compramos uns vinhos e seguimos adiante.
Caminhamos um pouco pelas ruelas estreitas e inclinadas, algumas passando sob arcos, como a rua “rompe cul”, ou “um pé no saco”.
Chegamos à praça do Portail, ou praça da Fonte, o centro da cidade. Dali vimos o Hotel de Ville (Prefeitura), o escritório de turismo, vários restaurantes e hotéis.
Sentamos no restaurante “La Mule du Pape” para almoçar. A comida estava boa, mas achamos cara e o serviço demorado.
Depois do almoço fomos visitar outra vinícola na área do Rhone – Chateau d’Aqueria. Localizada no meio da região de Tavel e Lirac, numa bela propriedade, cercada de vinhedos. Produz vinhos brancos e tintos Lirac, rosés Tavel e Cote du Rhone tintos.
Fizemos uma visita com a funcionária que nos explicou sobre as uvas, o terroir, as técnicas da Maison e nos ofereceu uma degustação. A visita e degustação não era cobrada, ela nos deu a taça da vinícola e nós compramos alguns vinhos.
Ao sair de lá fomos visitar a Pont du Guard, uma ponte romana sobre o rio Gardon, sobre a qual há um aqueduto, tudo ainda muito bem conservado.
Terminado tour do dia, demos uma passada no outlet da Nike próximo do nosso hotel e depois de umas comprinhas seguimos para o hotel.
Fizemos nosso lanche no hotel com queijos, frios, baguetes e foi bem divertido.
Amanhã vamos conhecer Les Baux e St. Remy.









































Dia perfeito! Bons vinhos, queijos deliciosos e comprinhas básicas pra fechar! Q vida difícil, hein?! Beijos Viviane
ResponderExcluirEspetacular parabéns pelo lindo roteiro ! Neuda alexandee
ResponderExcluirEste dia deve ter sido fantástico! Se estivesse na viagem iria provar todos estes vinhos! Ainda bem que o Burnier faz questão de dirigir!!! Fique curioso! Estes franceses estão muito educados para deixarem de cobrar pelo tour e pela degustação! 😂😂😂😂 Agora a Pont du Gard é uma mostra da engenharia romana e do trabalho escravo de qualidade!!! Dailson
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