Hoje acrescentamos duas cidades na nossa lista de descobertas.
Primeiro seguimos para Fontaine de Vaucluse, uma vila charmosa encaixada no fundo de um vale. Ali, dentro de uma falésia, nasce o rio Sorgue, que cruza pela cidade e segue adiante.
Na entrada da cidade passamos por um aqueduto construído no sec. XIX para abastecimento de água da cidade, a partir do rio Durance.
Seguindo as orientações e o mapa que no deram no Office de Turisme, caminhamos pela cidade até a Igreja Saint-Véran, do sec. X, mas que estava fechada. A igreja é em estilo romanesco-provençal, construída em pedra.
Bem no centro está a praça de la Colonne de Petrarque, com o Hotel de Ville logo adiante.
A seguir passamos pelo Museu e Biblioteca François Petrarque e um túnel que leva a um jardim dedicado ao poeta.
Continuamos para o Le Gouffre, ou seja para a fonte de origem do rio Sorgue, a Fontaine de Vaucluse. Uma bela caminhada de cerca de 1 km em meio a natureza exuberante, flores e canto dos pássaros, sempre acompanhando o rio de um verde esmeralda lindo.
Terminada essa linda vila, seguimos para Isle sur le Sorgue e ai as coisas começaram a dar errado. Hoje a Tocha Olímpica está circulando na área e a cidade (particularmente a área histórica) estava fechada ao público, com previsão de reabrir apenas as 14hs. E tudo que a gente queria, inclusive estacionamento e restaurantes, estavam nesta área.
Quando já estávamos seguindo para um plano B, as vias de acesso abriram mais cedo e pudemos ir até o centro. Na verdade, todo o centro histórico é realmente uma ilha no rio Sorgue, e ao longo desses braços de rio é possível ver vários moinhos d’água.
Tentamos um estacionamento dentro da área histórica, mas foi uma lenha trafegar por entre ruas tão estreitas – não recomendamos. Então conseguimos achar um estacionamento gratuito logo ao lado da entrada onde paramos e seguimos a pé.
A cidade é bem antiga, ruas apertadas, não tão bem conservada. Ficamos um pouco desapontados, pensávamos que seria uma área menor, mais charmosa.
Enfim, achamos um restaurante – “Chez Ju” onde almoçamos bem, uma deliciosa truta do rio.
Caminhamos um pouco pelas vielas, tirando algumas fotos, e decidimos partir.
Na estrada de volta encontramos um espetáculo belíssimo – de ambos os lados da estrada havia campos de lavanda completamente florados, tudo colorido de roxo. Descemos do carro (assim como outras pessoas que passavam) e fomos tirar muitas fotos para registrar aquele momento ímpar. Um deleite para os olhos. Nem dava vontade ir embora, apenas ficar lá apreciando aquela beleza.
A seguir, parada técnica para lavagem de roupa. A lavanderia mais perto que nos indicaram estava em manutenção, conseguimos então achar outra que não era tão moderna – tinha que comprar sabão separado, não havia instruções claras e, se não fosse um outro usuário solícito eu nos ajudou, não teríamos conseguido. Mas acabamos lavando nossa roupa e seguimos para casa para mais uma sessão de queijos e vinhos e um baralhinho que ninguém é de ferro!!!
Amanhã visitaremos Roussillon e Gordes para finalizar essa região.

















































Que lindo ver os campos de lavanda!! Quando eu viajo, gosto muito de ver aquedutos e bibliotecas.
ResponderExcluirFantástica viagem. Aqui só acompanhando.
ResponderExcluirGostei muito desse dia apesar da passagem da tocha olímpica que nos atrasou um pouco. A beleza do rio, dos seus moinhos e, ainda, os campos de lavanda, tornou tudo fantástico.
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